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Anta da Figueira

Do grego Mega (Grande) e Lithos (Pedra), o Megalitismo é a primeira grande manifestação de um espaço funerário demarcado. Um fenómeno que abrange várias tipologias (antas, cistas, tholoi de alvenaria, aproveitamento de grutas naturais), surge no contexto da transição do Neolítico Antigo para o Neolítico Médio (meados do 5º milénio a. C.) na Europa.

Só inserido no denominado processo de Neolitização é que o Megalitismo ganha sentido, na passagem das sociedades de economia recolectora e nómada para uma economia produtora e sedentária.

Na Península Ibérica, a cultura megalítica afirmou-se de forma clara e efectiva, a julgar pela quantidade e qualidade de monumentos, sendo o Norte e o Centro Alentejano a zona de maior concentração.

Deve o seu nome à implantação fortuita de uma figueira na câmara funerária, resultante daí o seu mau estado de conservação. Conserva ainda alguns dos esteios, embora já não se encontrem na sua posição original.

Localização: Freguesia da Glória

Coordenadas GPS : N 38º 46.149 W 7º 36.087'

Como chegar: Este monumento situa-se junto à margem sul da ribeira do Castelo, junto ao Monte da Azenha.

Data da Escavação: Será possivelmente um monumento não intervencionado.

Arqueólogo Responsável: Georg Leisner e Vera Leisner

Tipo de monumento: Anta

Espólio: Monumento não intervencionado

Acesso: Fácil acesso.