Património religioso

A presença religiosa em Estremoz é, tal como no resto do território alentejano, antiga mas também bastante profusa e bem patente no tecido arquitetónico da cidade e dos outros núcleos urbanos do concelho, especialmente Evoramonte e Veiros. Num território que importava recristianizar e povoar, a presença da Igreja e das ordens religiosas (especialmente da Ordem de Avis, em Estremoz e região envolvente) era necessária. Entre conventos, igrejas, capelas, ermidas, antas, cruzeiros e outro património são mais de 70 os exemplos arquitetónicos da presença religiosa no concelho.

Anta 1 das Casas do Canal

Anta 1 das Casas do Canal

 Do grego Mega (Grande) e Lithos (Pedra), o Megalitismo é a primeira grande manifestação de um espaço funerário demarcado. Um fenómeno que abrange várias tipologias (antas, cistas, tholoi de alvenaria, aproveitamento de grutas naturais), surge no contexto da transição do Neolítico Antigo para o Neolítico Médio (meados do 5º milénio a. C.) na Europa.

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Anta 2 das Casas do Canal

Anta 2 das Casas do Canal

 Do grego Mega (Grande) e Lithos (Pedra), o Megalitismo é a primeira grande manifestação de um espaço funerário demarcado. Um fenómeno que abrange várias tipologias (antas, cistas, tholoi de alvenaria, aproveitamento de grutas naturais), surge no contexto da transição do Neolítico Antigo para o Neolítico Médio (meados do 5º milénio a. C.) na Europa.

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Anta 3 das Casas do Canal

Anta 3 das Casas do Canal

 Do grego Mega (Grande) e Lithos (Pedra), o Megalitismo é a primeira grande manifestação de um espaço funerário demarcado. Um fenómeno que abrange várias tipologias (antas, cistas, tholoi de alvenaria, aproveitamento de grutas naturais), surge no contexto da transição do Neolítico Antigo para o Neolítico Médio (meados do 5º milénio a. C.) na Europa.

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Anta da Cerca

Anta da Cerca

Do grego Mega (Grande) e Lithos (Pedra), o Megalitismo é a primeira grande manifestação de um espaço funerário demarcado. Um fenómeno que abrange várias tipologias (antas, cistas, tholoi de alvenaria, aproveitamento de grutas naturais), surge no contexto da transição do Neolítico Antigo para o Neolítico Médio (meados do 5º milénio a. C.) na Europa.

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Anta da Corticeira

Anta da Corticeira

Do grego Mega (Grande) e Lithos (Pedra), o Megalitismo é a primeira grande manifestação de um espaço funerário demarcado. Um fenómeno que abrange várias tipologias (antas, cistas, tholoi de alvenaria, aproveitamento de grutas naturais), surge no contexto da transição do Neolítico Antigo para o Neolítico Médio (meados do 5º milénio a. C.) na Europa.

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Anta da Figueira

Anta da Figueira

Do grego Mega (Grande) e Lithos (Pedra), o Megalitismo é a primeira grande manifestação de um espaço funerário demarcado. Um fenómeno que abrange várias tipologias (antas, cistas, tholoi de alvenaria, aproveitamento de grutas naturais), surge no contexto da transição do Neolítico Antigo para o Neolítico Médio (meados do 5º milénio a. C.) na Europa.

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Anta da Talisca

Anta da Talisca

Do grego Mega (Grande) e Lithos (Pedra), o Megalitismo é a primeira grande manifestação de um espaço funerário demarcado. Um fenómeno que abrange várias tipologias (antas, cistas, tholoi de alvenaria, aproveitamento de grutas naturais), surge no contexto da transição do Neolítico Antigo para o Neolítico Médio (meados do 5º milénio a. C.) na Europa.

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Anta de Entre Águas

Anta de Entre Águas

Do grego Mega (Grande) e Lithos (Pedra), o Megalitismo é a primeira grande manifestação de um espaço funerário demarcado. Um fenómeno que abrange várias tipologias (antas, cistas, tholoi de alvenaria, aproveitamento de grutas naturais), surge no contexto da transição do Neolítico Antigo para o Neolítico Médio (meados do 5º milénio a. C.) na Europa.

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Anta do Alto do Seixo

Anta do Alto do Seixo

 Do grego Mega (Grande) e Lithos (Pedra), o Megalitismo é a primeira grande manifestação de um espaço funerário demarcado. Um fenómeno que abrange várias tipologias (antas, cistas, tholoi de alvenaria, aproveitamento de grutas naturais), surge no contexto da transição do Neolítico Antigo para o Neolítico Médio (meados do 5º milénio a. C.) na Europa.

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Anta do Vale do Milho

Anta do Vale do Milho

 Do grego Mega (Grande) e Lithos (Pedra), o Megalitismo é a primeira grande manifestação de um espaço funerário demarcado. Um fenómeno que abrange várias tipologias (antas, cistas, tholoi de alvenaria, aproveitamento de grutas naturais), surge no contexto da transição do Neolítico Antigo para o Neolítico Médio (meados do 5º milénio a. C.) na Europa.

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Conjunto Monumental da Alcáçova de Estremoz - Capela da Rainha Santa Isabel

Conjunto Monumental da Alcáçova de Estremoz - Capela da Rainha Santa Isabel

Segundo Túlio Espanca, terá sido aqui construído um oratório em 1659, por ordem de D. Luísa de Gusmão, viúva de D. João IV (r. 1640-1656) em acção de graças pela vitória portuguesa na Batalha das Linhas de Elvas. Em 1680, durante o reinado de D. Pedro II (r. 1675-1706) e por iniciativa deste, realizam-se obras que estiveram a cargo do Padre Francisco Tinoco da Silva, beneficiando consideravelmente o templo. Inevitavelmente, 18 anos depois, em 1698, depois da explosão do paiol de pólvora do castelo, novas obras foram necessárias, apesar de, segundo um relato da época, esta capela não ter sofrido grandes danos, dando a entender que terá sido mais um milagre da Rainha Santa.

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Capela de D. Fradique de Portugal

Capela de D. Fradique de Portugal

Situada dentro da Igreja de São Francisco e de fundação provável de finais do século XV ou inícios do século XVI, a Capela de D. Fradique de Portugal (Vice-Rei da Catalunha e Arcebispo de Saragoça), é um monumento funerário claramente manuelino, segundo Gonçalo Lopes (2008). Manuel Branco (1993) identifica elementos similares ao ciclo quatrocentista do Mosteiro da Batalha, dando-lhe uma datação anterior ao período manuelino, opinião não partilhada por Lopes. Tem planta quadrangular, abóbada nervurada em mármore assente em triplos colunelos e capitéis com motivos vegetalistas. As chaves que fecham esta abóbada são também do mesmo período, mostrando a central a heráldica da família de D. Fradique, os Noronha.

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Capela de Nossa Senhora do Bom Sucesso

Capela de Nossa Senhora do Bom Sucesso

Com alguns elementos que indiciam construção de finais do século XVI ou inícios do século XVII, este pequeno templo era destinado apenas para servir espiritualmente os presos da cadeia que fica imediatamente defronte da capela.

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Capela do Santo Cristo

Capela do Santo Cristo

Este pequeno imóvel foi mandado construir pelo Senado em 1574, erguendo-se um simples Calvário. Pelo aspecto actual do templo foi responsável Miguel Borralho, promotor da construção de um cruzeiro e da integração do mesmo em capela fechada, tudo isto em 1751.

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Capela do Senhor Jesus dos Inocentes

Capela do Senhor Jesus dos Inocentes

Construída em 1726, a Ermida do Senhor Jesus dos Inocentes seria provavelmente dedicada aos expostos ou órfãos, dada também a proximidade de um hospício para crianças abandonadas, hoje sede do Museu Municipal Prof. Joaquim Vermelho.

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Convento das Maltesas

Convento das Maltesas

O Convento de São João da Penitência, mais conhecido por Convento das Maltezas, foi sede de clausura de freiras da Ordem de Malta a partir do séc. XVI. O seu Claustro é o mais amplo de todos os conventos da cidade e mostra-nos a arquitectura manuelina. Cada ala tem dez arcos, subdivididos em quatro arcadas geminadas e duas simples, todas sigladas pelos mestres canteiros que forneceram e afeiçoaram as pedras que as constituem. Os fustes (parte central das colunas) estão apoiados em bases quadradas, cujos capitéis se apresentam indiferenciadamente simples e lisos ou com motivos naturalistas. As mísulas da abóbada em ogiva, com motivos tipicamente manuelinos e com motivos antropomórficos e zoomórficos, são bastante curiosos e artisticamente interessantes.

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Convento de Santo António

Convento de Santo António

Segundo António Henriques da Silveira, o Convento de Santo Antonio de Religiozos Capuchos da Provincia da Piedade terá sido fundado em 1537 num outro local, próximo do “Tanque dos Mouros”. Este reservatório de água romano terá sido também aproveitado por estes monges capuchos. Segundo o mesmo autor foi entre 1654 e 1662 que foi construído o imóvel que hoje se encontra junto ao cemitério público.

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Convento de São Francisco (Igreja com o túmulo de Vasco Esteves Gatus - IIN)

Convento de São Francisco (Igreja com o túmulo de Vasco Esteves Gatus - IIN)

Já existia na década de 1270, sabendo-se que em 1272 a sua custódia pertencia a Lisboa, passando apenas para a de Évora em 1330, ano em que esta foi criada. Existe também um documento interessante de 1277 que refere um litígio entre estes e os freires da Ordem de Avis durante a construção do convento. Há ainda uma referência cronística do século XIV que indica a sua existência em Estremoz na década de 1230 mas que não está comprovada por outras fontes.

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Convento de Nossa Senhora da Consolação (Agostinhos)

Convento de Nossa Senhora da Consolação (Agostinhos)

Quando em 1669 o príncipe regente D. Pedro autoriza a fundação de um convento da Ordem dos Agostinhos Descalços em Estremoz, tem início um processo moroso e algo difícil para a implantação da ordem. Sabe-se que, os comummente designados, Agostinhos chegam a Estremoz em 1671 e que terão tido algumas dificuldades até encontrarem o local para se sediarem, em dependências da Irmandade do Espírito Santo.

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Convento de Nossa Senhora da Conceição (Congregados)

Convento de Nossa Senhora da Conceição (Congregados)

O Convento de Nossa Senhora da Conceição dos Congregados do Oratório de São Filipe Nery de Estremoz teve ordem régia de D. Pedro II (r. 1675 – 1706) para ser construído em 1697. Entre 1698 e 1700 começam-se as obras e em 1703 inicia-se a segunda campanha, já com a igreja começada. Em meados deste século são assentados os painéis de azulejo que estão por todo o convento.

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Cruzeiro do Convento das Maltesas

Cruzeiro do Convento das Maltesas

Esta peça de características marcadamente manuelinas, é talvez o melhor exemplar deste tipo em todo o Concelho e foi provavelmente construído em inícios do século XVI. Embora o fuste seja obra mais moderna, os braços são originais, com os motivos tipicamente manuelinos de laços encordoados e, no centro, um belo medalhão com as cenas da Crucificação e Piedade. Este motivo evidencia traços ainda da escultura do Gótico Final, mas revela uma elegância mais erudita.

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Cruzeiro de São Francisco

Cruzeiro de São Francisco

Este cruzeiro foi construído na época de D. Manuel I (1495-1521), a julgar pelas características arquitectónicas que apresenta. De qualquer forma, o que hoje existe é uma composição híbrida que terá sido montada no século XVIII, quando se efectuaram volumosas obras em todo o convento e a julgar pelas características artísticas dos elementos mais modernos que se utilizaram.

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Ermida de Nossa Senhora da Cabeça

Ermida de Nossa Senhora da Cabeça

Do antigo orago de São Pedro, tomou o nome de Nossa Senhora da Cabeça depois de obras posteriores a 1758, custeadas pelos pastores da zona, os quais, ao que parece, foram os responsáveis pela nova denominação. A imagem escolhida foi uma que teria sido para aqui transferida da Capela de Santa Ana, esta arruinada por volta de 1663 e localizada nas imediações da Ermida de Nossa Senhora da Conceição dos Olivais. Desconhece-se a data da sua fundação, mas já existia em inícios do século XVII.

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Ermida de Nossa Senhora da Conceição dos Olivais

Ermida de Nossa Senhora da Conceição dos Olivais

 Situada no topo de uma colina, a cerca de 2 km do centro de Estremoz na direcção de São Bento do Ameixial, a Ermida de Nossa Senhora da Conceição dos Olivais foi erguida junto da anta popularmente conhecida como “Pedra da Ronca”.

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Ermida de Santa Catarina

Ermida de Santa Catarina

Esta ermida revela alguma antiguidade, podendo-se situar a sua construção de meados do século XVI, indicação dada pela abóbada nervurada da nave interior, com mísulas, que indiciam a arte tardo-manuelina, do reinado de D. João III (r. 1521-1557). De qualquer forma, denota obras importantes nos séculos XVIII e XIX.

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Ermida de Santa Margarida

Ermida de Santa Margarida

A Ermida de Santa Margarida é uma das mais singelas e, ao mesmo tempo, curiosas construções deste tipo no concelho de Estremoz. Situada não muito distante da Porta do Sol do Castelo de Evoramonte, define-se por uma arquitectura bastante simples, baseada em formas geométricas. O corpo é um cubo, a cúpula uma meia esfera, encimada por paralelepípedo e pirâmide.

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Ermida de Santa Rita

Ermida de Santa Rita

Um dos modelos tradicionais da arquitectura de Seiscentos e Setecentos, foi fundado pela Ordem da Descalcez de Santo Agostinho de Estremoz. Possuía área de repouso, residência para caseiros, adega, cavalariça e horta.

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Ermida de Santa Vitória

Ermida de Santa Vitória

Ermida de Santa Vitória

Capela dos Passos - Convento das Maltesas

Capela dos Passos - Convento das Maltesas

Da responsabilidade da Irmandade do Senhor Jesus dos Passos, foram erigidas por esta em inícios do século XVIII. Inicialmente cinco, desapareceu, em 1960, a que estava junto da extinta Igreja de Santo André. As restantes, que são bastante semelhantes, estão situadas na Rua da Porta da Lage (no Bairro de Santiago), na embocadura da Rua Alexandre Herculano (antiga Rua de Malfor) com o Largo do Espírito Santo, no alçado exterior direito da Igreja de São Francisco e, finalmente, do lado esquerdo da frontaria do Convento das Maltesas. Ou seja, acompanham exactamente o percurso da já então existente Procissão do Senhor dos Passos, que em Estremoz se realiza no domingo anterior ao Domingo de Ramos.

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Capela dos Passos - Convento de São Francisco

Capela dos Passos - Convento de São Francisco

Da responsabilidade da Irmandade do Senhor Jesus dos Passos, foram erigidas por esta em inícios do século XVIII. Inicialmente cinco, desapareceu, em 1960, a que estava junto da extinta Igreja de Santo André. As restantes, que são bastante semelhantes, estão situadas na Rua da Porta da Lage (no Bairro de Santiago), na embocadura da Rua Alexandre Herculano (antiga Rua de Malfor) com o Largo do Espírito Santo, no alçado exterior direito da Igreja de São Francisco e, finalmente, do lado esquerdo da frontaria do Convento das Maltesas. Ou seja, acompanham exactamente o percurso da já então existente Procissão do Senhor dos Passos, que em Estremoz se realiza no domingo anterior ao Domingo de Ramos.

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Capelas dos Passos - Largo do Espírito Santo

Capelas dos Passos - Largo do Espírito Santo

Da responsabilidade da Irmandade do Senhor Jesus dos Passos, foram erigidas por esta em inícios do século XVIII. Inicialmente cinco, desapareceu, em 1960, a que estava junto da extinta Igreja de Santo André. As restantes, que são bastante semelhantes, estão situadas na Rua da Porta da Lage (no Bairro de Santiago), na embocadura da Rua Alexandre Herculano (antiga Rua de Malfor) com o Largo do Espírito Santo, no alçado exterior direito da Igreja de São Francisco e, finalmente, do lado esquerdo da frontaria do Convento das Maltesas. Ou seja, acompanham exactamente o percurso da já então existente Procissão do Senhor dos Passos, que em Estremoz se realiza no domingo anterior ao Domingo de Ramos.

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Capela dos Passos - Rua da Porta da Lage

Capela dos Passos - Rua da Porta da Lage

Da responsabilidade da Irmandade do Senhor Jesus dos Passos, foram erigidas por esta em inícios do século XVIII. Inicialmente cinco, desapareceu, em 1960, a que estava junto da extinta Igreja de Santo André. As restantes, que são bastante semelhantes, estão situadas na Rua da Porta da Lage (no Bairro de Santiago), na embocadura da Rua Alexandre Herculano (antiga Rua de Malfor) com o Largo do Espírito Santo, no alçado exterior direito da Igreja de São Francisco e, finalmente, do lado esquerdo da frontaria do Convento das Maltesas. Ou seja, acompanham exactamente o percurso da já então existente Procissão do Senhor dos Passos, que em Estremoz se realiza no domingo anterior ao Domingo de Ramos.

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Ermida de Santo Antão-o-Novo

Ermida de Santo Antão-o-Novo

Ermida situada a cerca de 5 km da vila de Veiros, era originalmente dedicada a São Bento, mudando de orago já depois de 1758.

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Ermida de Santo Antão-o-Velho

Ermida de Santo Antão-o-Velho

 Também denominada de Santo Antão Abade, está situada cerca de 4 km a norte da sede da freguesia de São Bento de Ana Loura, estando hoje bastante arruinada, rodeada de silvas e com o telhado da nave completamente derrubado. Artisticamente muito singela, denota arquitectura seiscentista ou setecentista de cariz notoriamente rural. Desconhece-se a data da sua fundação mas já existia em inícios do século XVIII.

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Ermida de Santo Estêvão

Ermida de Santo Estêvão

Ermida que aparenta origem medieval, pela tipologia construtiva e pelas impostas que sobressaem por baixo da cal do arco-mor de volta completa. Aliás, é apenas a capela-mor que existe, todo o corpo da nave está destruído, apenas revelando alguns vestígios da sua existência. O púlpito é o mais relevante desses vestígios, permanecendo o seu uso no exterior.

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Ermida de São Brás

Ermida de São Brás

Ermida medieval fundada em data incerta, mas já existente em 1289. A tradição local refere que terá sido fundada pela Ordem do Templo em inícios do século XIII. Aliás, o padre João Rosado Adão, pároco de Santa Maria de Evoramonte refere, em 1758, que ainda existiam numa dependência da ermida as armas dos Templários.

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Ermida de São Brissos

Ermida de São Brissos

Templo aparentemente fundado nos finais do século XVII, se considerarmos que a cruz de mármore existente sobre o campanário foi erguida na mesma época. Esta tem marcado o ano de 1682, ao que nos é permitido ler à distância.

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Ermida de São Lázaro

Ermida de São Lázaro

De fundação medieval, esta ermida arruinou-se por volta de 1650, sendo a actual resultado da reconstrução de 1680. A julgar pelo seu orago, São Lázaro, estaria associada a uma leprosaria atestada documentalmente desde os finais do século XIV que, segundo algumas crónicas, esteve primeiramente instalada no Rossio de São Brás (actual Jardim Municipal).

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Ermida de São Lourenço

Ermida de São Lourenço

Situada na Herdade da Pedra Alta, muito próximo do limite do concelho de Estremoz, era lugar de romaria ancestral. Aparenta ser obra de finais do século XVI ou já do século XVII, segundo a opinião de Túlio Espanca.

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Ermida de São Marcos

Ermida de São Marcos

A capela-mor aparenta ser o elemento mais arcaico da ermida, com características bem marcadas do século XVI. Todo o resto indicia construção mais recente, talvez do século XVII ou XVIII. Junto ao templo realizava-se um mercado franco, ainda existente em 1932. O dia da sua festa é 25 de Abril, festa que em 2001 ainda se realizava.

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Ermida de São Romão

Ermida de São Romão

Antigamente denominada de Santa Cruz, a ermida de São Romão foi reconstruída depois das Guerras da Restauração, nos finais do século XVII. Também tinha mercado franco, hoje inexistente, e romaria com festa assídua a 3 de Maio. Hoje ainda se realizam as festas nos finais de Maio.

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Ermida de São Sebastião

Ermida de São Sebastião

A ermida de São Sebastião, junto à estrada que liga a vila baixa ao Castelo de Evoramonte, evidencia construção coeva de quase todas as ermidas extramuros da freguesia. Capela-mor quadrada e de cúpula hemisférica, sendo também esta o elemento mais antigo do imóvel.

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Hospital da Misericórdia (Porta Nova)

Hospital da Misericórdia (Porta Nova)

Primeiramente instalada na Igreja de São Miguel (ou do Anjo da Guarda) a partir de inícios do séc. XVI, a Misericórdia de Estremoz foi transferida para o imóvel existente no Largo da República em 1610, que é hoje ocupado pela Sociedade Recreativa Popular Estremocense e Sociedade Filarmónica Artística Estremocense (SFAE), fixando-se definitivamente no Convento de São João da Penitência em 1881.

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Hospital Real de São João de Deus

Hospital Real de São João de Deus

Foi D. Afonso VI que inicialmente autorizou este hospital militar em 1669/70, funcionando, nessa altura, no local onde hoje se encontra o Convento “dos Congregados”. Alguns anos mais tarde, a mesma instituição foi deslocada para um edifício que se situava na Rua dos Currais (hoje Rua Brito Capelo). Mudou-se definitivamente para a Rua de Santa Catarina em 1720, mandado construir aquele imóvel pelo próprio rei D. João V, utilizando-se a já existente Ermida de Santa Catarina como igreja do convento.

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Igreja da Misericórdia de Evoramonte

Igreja da Misericórdia de Evoramonte

Edifício aparentemente do século XVI, aparenta bastante simplicidade arquitectural, apenas com um pequeno alpendre que assenta em colunas clássicas simples de mármore. Também simples, mas de granito, é a porta principal, encimada por um óculo ovalado.

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Igreja de Nossa Senhora da Assunção do Espinheiro

Igreja de Nossa Senhora da Assunção do Espinheiro

Ermida construída em meados do século XVIII, com elementos característicos da arte do tempo de D. João V (r. 1707-1750), pertencia ao hospício dos frades oratorianos de Estremoz.

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Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Evoramonte

Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Evoramonte

 A primeira referência conhecida à Igreja de Santa Maria do Castelo data de 1271, altura em que é estabelecido entre D. Afonso III e o Bispo de Évora um acordo relativo à posse de algumas igrejas alentejanas, encontrando-se esta sob a tutela da Sé de Évora. Foi a primeira igreja da vila e é provável que já existisse antes desta data.

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Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Veiros

Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Veiros

Obra de possível encomendação de um fidalgo da casa dos Sande, a julgar pelo brasão desta família nobre na fachada, e com características bem marcadas do Rococó do reinado de D. Maria I (r. 1777-1816). A capela está integrada no antigo paço dos capitães-mor da vila de Veiros e tem casa anexa, hoje ocupada pela Fundação do Asilo de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, sofrendo uma remodelação radical recente.

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Igreja de Nossa Senhora da Glória

Igreja de Nossa Senhora da Glória

Situada numa ligeira elevação, já bem próxima da Serra d’Ossa, a igreja de Nossa Senhora da Glória foi fundada em época desconhecida. A primeira referência à sua existência chega-nos através da Visitação Episcopal de 1534. Tem alpendre quadrangular, frontaria simples mas equilibrada e, no cimo da fachada, uma cruz de mármore cronografada de 1740. Aparentemente do século XVII, o cruzeiro é típico de edificações religiosas rurais, com base de ornamentos de crânios. Tem baptistério saliente e, junto a ele, umas pequenas escadas que dão acesso à torre sineira.

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Igreja de Nossa Senhora das Relíquias

Igreja de Nossa Senhora das Relíquias

Igreja de Nossa Senhora do Mileu

Igreja de Nossa Senhora do Mileu

Não se conhece a data da sua fundação, havendo várias hipóteses para tal, nomeadamente uma lenda ligada à Reconquista bastante presente na tradição oral local. No entanto, é consensual que esta igreja tem origens remotas, sendo das mais antigas do antigo termo de Veiros.

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Igreja de Nossa Senhora dos Mártires

Igreja de Nossa Senhora dos Mártires

Nossa Senhora dos Mártires é das poucas ermidas do Concelho de Estremoz com características medievais. Foi mandada construir por D. Nuno Álvares Pereira, segundo refere Fernão Lopes, sendo que a primeira referência à sua existência é de 1493. No entanto, em 1379, já surge na documentação a Confraria de N.ª Sr.ª dos Mártires, não significando, forçosamente, que aquele templo já existisse. De qualquer forma, as suas características arquitectónicas remetem-nos, com bastante probabilidade, para o século XIV.

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Igreja de Nossa Senhora dos Remédios

Igreja de Nossa Senhora dos Remédios

Pela análise arquitectónica e artística do edifício, a igreja de Nossa Senhora dos Remédios parece ter sido construída em inícios do século XVII, sendo a primeira referência conhecida de cerca de 1700, quando se funda a Confraria de Nossa Senhora do Carmo, sedeada neste mesmo templo.

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Igreja de Santa Maria

Igreja de Santa Maria

Embora as obras deste templo tenham começado em 1560, graças ao patronato do Arcebispo de Évora Cardeal Infante D. Henrique (futuro Rei de Portugal entre 1578 e 1580) e do rei D. Sebastião (r. 1557-1578), apenas em inícios do séc. XVII este imóvel estava completo. O seu mestre-de-obras e empreiteiro foi Pero Gomes, entre 1559 e 1562, desconhecendo-se mais qualquer referência documental em relação a outros construtores. De qualquer forma, a sua existência está atestada desde a segunda metade do séc. XIII, numa cantiga de Afonso X, o Sábio (r. 1252-1284), rei de Leão e Castela, em que refere a igreja e um suposto milagre que nela aconteceu por graça de Santa Maria. Teve grandes obras de restauro em 1969 e 1970 e, recentemente, houve também o restauro de uma pintura parietal da nave no tramo direito.

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Igreja de Santa Vitória do Ameixial

Igreja de Santa Vitória do Ameixial

Segundo Túlio Espanca, este povoado teve o nome primitivo de Aldeia da Igreja. Foi fundada no mesmo local onde esteve implantada uma villa romana, sendo hoje o vestígio romano mais importante do concelho de Estremoz.

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Igreja de Santiago

Igreja de Santiago

 Edifício seiscentista de carácter popular mas com tradições mais antigas, pois sabe-se que já existia no reinado de D. Afonso III (1245-1279).

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Igreja de Santo António dos Arcos

Igreja de Santo António dos Arcos

É desconhecida a data da fundação desta igreja, sabendo-se que já existia em 1534. Túlio Espanca acha que terá sido construída em finais do século XV, baseado no contraforte exterior cilíndrico da capela-mor, de características tipicamente manuelinas. Outro elemento relativamente arcaico é o portal principal da entrada, em mármore, que apresenta feição renascentista, de boa execução técnica e artística.

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Igreja de Santo Estêvão

Igreja de Santo Estêvão

Desconhece-se completamente a data de fundação desta igreja, graças também à sua radical transformação ao longo do tempo, especialmente no século XIX. Certo é que já existia em 1534, quando recebeu a visita episcopal eborense.

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Igreja de São Bento de Ana Loura

Igreja de São Bento de Ana Loura

Também de fundação desconhecida, existia aquando das Visitações de 1534, sendo o seu pároco da altura Álvaro Rodrigues. Tal como as suas vizinhas sofreu várias alterações profundas a partir do século XVII, especialmente, e nos dois séculos seguintes.

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Igreja de São Bento do Ameixial

Igreja de São Bento do Ameixial

A aldeia de São Bento do Ameixial já existiria em 1258, a julgar pela informação do primeiro foral de Estremoz, com o nome de Aldeia do Penedo.

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Igreja de São Bento do Cortiço

Igreja de São Bento do Cortiço

Também já constante nas Visitações de 1534, a igreja de São Bento do Cortiço foi fundada em época desconhecida. Segundo Túlio Espanca, em 1424 existia já uma ermida em São Bento da Aldeia da Talha, o nome primitivo desta aldeia, que poderá ter sido curada posteriormente, dando origem a uma igreja paroquial.

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Igreja de São Domingos de Ana Loura

Igreja de São Domingos de Ana Loura

Segundo Túlio Espanca, a freguesia de São Domingos de Ana Loura terá sido fundada em inícios do século XVI, sendo também dessa altura a sua igreja paroquial. Foi visitada também em 1534 pelo bispo de Évora, sendo igualmente comenda da Ordem de Avis. Tal como a igreja de Santo António dos Arcos, também esta possui, nos dois contrafortes exteriores cilíndricos da capela-mor ainda existentes, traços do período manuelino. Também à imagem desta igreja vizinha, a traça actual da igreja revela grandes reformas seiscentistas, com aditamentos posteriores, especialmente na empena e torre sineira. Esta última apresenta características que a situam, aparentemente, no século XIX, mostrando a sua cúpula bolbosa e traços de relativa simplicidade clássica mas popular. De qualquer forma, é das igrejas rurais do concelho de Estremoz mais equilibrada esteticamente.

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Igreja de São Lourenço de Mamporcão

Igreja de São Lourenço de Mamporcão

Reconstruída totalmente aquando da visitação de 1534, não se conhece a data da sua fundação, apenas que já era curada nesta altura. O local onde está implantada pertencia à Herdade de Mamporcão, topónimo existente desde a Idade Média, como alcunha do proprietário da mesma, mas do qual se desconhece o significado.

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Igreja de São Miguel

Igreja de São Miguel

Segundo Túlio Espanca, a igreja de São Miguel terá sido construída ainda no século XIV, dedicada àquele orago e incluída na Santa Casa da Misericórdia de Estremoz aquando da sua fundação em torno do ano 1500. Assim ficou até 1610, data em que a Misericórdia muda as suas instalações para o Largo da Porta Nova (actual Largo da República).

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Igreja de São Pedro

Igreja de São Pedro

Conhecida como São Pedro de Fora, a primeira referência à sua existência, segundo Túlio Espanca, data de 1320. Uma outra referência conhecida é de 1342, altura em que o prelado de Évora, D. Martinho, cria dois cargos de Porcionários para Evoramonte.

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Igreja do Salvador do Mundo

Igreja do Salvador do Mundo

Bom exemplar do Maneirismo, tem evidentes semelhanças com as igrejas de Santa Maria de Estremoz, Santo Antão de Évora ou Nossa Senhora da Lagoa de Monsaraz. Apenas o campanário e a empena exterior são de estilo rococó, da segunda metade do século XVIII. O interior mostra uma grande variedade estilística, fruto da sua antiguidade: alguns elementos medievais e tardomedievais (uma inscrição de 1322, o Altar de São Brás, do século XV, ou a Capela de São João Baptista, no subcoro, com o seu tecto de abóbada nervurada), maneiristas (todo o seu volume exterior e toda a sua estrutura base interior), barrocos, rococó e neoclássicos (principalmente em vários altares reformados).

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Igreja e Hospital da Misericórdia de Veiros

Igreja e Hospital da Misericórdia de Veiros

Desconhece-se a data de fundação da Santa Casa da Misericórdia de Veiros, mas em 1549 já haviam exumações na sua igreja, quando se sepultou o conselheiro de D. Manuel I e D. João III, o castelhano D. Guterre de Monroy.

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